O profissional do Serviço
Social atualmente encontra-se numa encruzilhada, ou melhor procura sua
relegitimação, através de sua qualificação, pesquisa e respostas às
demandas emergentes e do enfrentamento ao projeto Neoliberal. O assistente
Social então vem executando seu trabalho nas seguintes áreas: assistência social,
capacitação profissional, ações educativas e informativas, consultorias,
assessorias... entre outras. O Assistente Social deve enfrentar esse processo
que aumenta a exclusão e as desigualdades sociais. Enfrentar a tendência de
redução do seu principal campo de trabalho e de flexibilização do seu
contrato e se contrapor à tendência de precarização e privatização de seu
instrumento de ação. Mantendo os princípios de universalidade,
condicionalidade e solidariedade
das políticas sociais.
As respostas a todas estas demandas que além do Estado e do mercado, há
um “terceiro setor” “não governamental” e “não-lucrativo” são
através da implantação de programas, capacitação e autonomia dos usuários,
alargamentos de parcerias, articulação com a sociedade civil realização de
pesquisas, etc...Para a implementação destes, os profissionais do Serviço
Social utilizam como instrumento de trabalho: reuniões, entrevistas, visitas
domiciliares, treinamento...buscando sempre uma melhor qualificação
profissional, direcionando os projetos para
a conquista de direitos sociais e o exercícios da cidadania.
BIBLIOGRAFIA
HERKENHOFF, M.B.L. O Serviço Social no Contexto das
ONGs da Grande Vitória, in Cadernos de Serviços Social Nº 16, ano IX, Ed.
Departamento de Composição e Gráfico da PUC – Campinas, Campinas 2000.
MONTAÑO, Carlos Das “Lógicas do Estado” às
sociedade Civil Estado e “terceiro setor” em questão, in Revista Serviço
Social e Sociedade N.º 59, Ano XX Ed. Cortez São Paulo, Março 1999.