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Postado - 25/01/2002 : 11:52:48
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É quase um consenso nacional de que a empresa privada detém maior agilidade para administrar qualquer empreendimento, uma vez comparada com a gestão pública. Não resta dúvida de que o ideal é que todos os cemitérios em cidades com mais de 200 mil habitantes experimentassem uma administração de empresa privada no formato de concessão. Porém, não se pode permitir que a população seja exposta à destemperança de alguns empresários que buscam expecular o mercado. Infelizmente é o que indica o resultado da licitação de Brasília. Formou-se um Consórcio de empresas liderada (70%) pela Dinâmica (especializada em limpeza e segurança), que propôs a criação de uma Taxa de Manutenção Anual de R$ 240,00 por jazigo individual. E, pasmem, são 6(seis) cemitérios situados em diversas regionais, algumas com usuários de baixa renda. Se de um lado o GDF abona conta de água e esgoto e doa terreno para a população carente, de outro lado, permite a particular explorar a população mediante uma taxa de defunto, que é paga pelos vivos. Por esta e outras razões, a licitação está sub-judice. Autor: ABR Assessoria & Consultoria |
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