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Fol - Forum
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| T Ó P I C O R E V I E W |
| Admin |
Postado - 16/08/2002 : 15:10:06 INIMIGOS DOS DIRETORES FUNERÁRIOS
A última notícia que combate com veemência os Planos Funerários veiculada na imprensa de Curitiba, especificamente no jornal Estado do Paraná, e inserida neste “site” no dia 15 de agosto, permitiu levantar a fonte e os responsáveis pela rede de intriga que prejudica todos os Diretores Funerários do Brasil.
Vamos aos fatos: 1 – conforme foi divulgado neste site no dia 22 de julho último, a decisão judicial é por demais clara e evidente, não atingindo as proporções sensacionalistas destacadas na matéria veiculada. Também, ficou claro que a sentença judicial já havia sido cumprida com a providência do Luto Curitiba em protocolar no Ministério da Justiça o requerimento de Certificado de Autorização para operação de Captação de Poupança Popular, isto em 11 de agosto de 1999. O processo, atualmente, aguarda manifestação da SEAE – Secretaria de Acompanhamento de Assuntos Econômicos do Ministério da Fazenda, a quem está afeta a regulação da atividade econômica no Brasil, em especial, quanto a expedição de normas operacionais de competência reservada à União, consoante estatuído na Constituição Federal de 1988. 2 – Uma agência de assessoria e comunicação sediada em Curitiba – com o nome de fantasia POST COMUNICAÇÃO, que tem na lista de clientes a CENTRAL DE LUTO – Serviço Funerário de Curitiba ( agrupamento em cartel das empresas Funerária Heske Ltda., Funerária N.S. Aparecida Ltda., Funerária Pinheirinho Ltda., Zancan & Cia Ltda., Funerária Cruzeiro de Curitiba Ltda., Empresa Funerária Stephan Ltda., Empresa Funerária Pires Ltda. e Funerária Santa Felicidade Ltda.), distribuiu a notícia deturpada para os jornais. 3 – As circunstâncias da notícia evidencia o irrefutável propósito de atingir a imagem do Luto Curitiba e de seu diretor Nelson Kuminek, configurando fundamentos para a reparação de danos morais e materiais, consoante comando constitucional e legislação específica vigente. 4 – o escritório jurídico que assiste os atingidos pela ação dolosa está avaliando a documentação e dados coletados objetivando adotar as providências judiciais comportáveis.
A par de toda esta celeuma, importa aos Diretores Funerários do Brasil considerar a REAL AMEAÇA DE CURITIBA que poderá inviabilizar os Planos Funerários em todo o Brasil. Explica-se: a) - desde os idos de 1973 vem se discutindo a questão de regulação dos Planos Funerários junto aos órgãos do Governo Federal; b) - durante todo este tempo não se chegou a uma definição concreta de como enquadrar a atividade de Planos Funerários, com posicionamento controverso dos órgãos competentes (Ministério da Justiça/SDE/DPDC e Ministério da Fazenda/SRF/SEAE/PGFN/SUSEP/CEF/BACEN). É ampla a documentação que demonstra a inconsistência de ação dos referidos órgãos. c) - a ABREDIF vem realizando assembléias para discutir a questão, e, ao que se sabe, a categoria deliberou em propor às autoridades a aprovação de uma nova legislação especial para os planos funerários, buscando uma regulação em perfeita sintonia com a demanda do mercado, que APROVA DE FORMA INCONTESTÁVEL o sistema administrado por mais de 2.000 funerárias em todo o Brasil, que já amparam mais de 60.000.000 (sim, sessenta milhões) de brasileiros. Se é cláusula pétrea de nossa Carta Magna que o Poder emana da vontade popular, os INIMIGOS DOS PLANOS FUNERÁRIOS ( uma minoria insignificante) se tipificam como verdadeiros ESPECULADORES e EXPLORADORES da economia popular, extorquindo o cidadão em momento de significativo abalo emocional pela situação de aflição e dor pela morte de um ente querido. d) - neste período que antecede a realização da AUDIÊNCIA PÚBLICA na CDCMAM –Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias, da Câmara dos Deputados, agendada para o próximo dia 28 de agosto, as empresas funerárias de Curitiba abrem uma linha de frente para atacar os Planos Funerários, no intento de desestabilizar a atividade econômica de elevado cunho social, haja vista que as famílias que aderem ao contrato para assistência em luto são, na quase totalidade, integrantes das classes econômicas de baixa renda, muitas vezes sem condições de arcarem com as despesas com funerais com pagamento imediato. e) - a cidade de Curitiba, também conhecida como Capital Social, no que tange ao atendimento funerário, está na contra-mão da história. Seus governantes defendem o quartel do capitalismo selvagem.
Portanto, senhores Diretores Funerários, é chegada a hora de cada um assumir posição clara e firme no contexto institucional que assegurará a regulação dos Planos Funerários. Você deve e pode participar da Audiência Pública. De que forma ? Comparecendo pessoalmente em Brasília, no Plenário 8, do Anexo II, da Câmara dos Deputados, no próximo dia 28 de agosto, às 14:00 horas. Ou mande uma mensagem de apoio aos Planos Funerários para as autoridades do Governo Federal: I - DPDC – Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (Ministério da Justiça) A/c de Dra. AMANDA FLÁVIO DE OLIVEIRA Fax - 0 xx (61) 322-1677 E-mail - dpdc@mj.gov.br
II – SEAE – Secretaria de Acompanhamento Econômico (Ministério da Fazenda) A/c do Dr. CLAUDIO MONTEIRO CONSIDERA Fax - 0 xx (61) 225-0971 E-mail – seae@fazenda.gov.br
III – PGFN – Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (Ministério da Fazenda) A/c do Dr. ALMIR MARTINS BASTOS Fax - 0 xx (61) 412-2810 E-mail – pgfn@fazenda.gov.br
IV – CDCMAM – Comissão de Defesa do Consumidor, Meio Ambiente e Minorias A/c do Coordenador AURENILTON ARARUNA DE ALMEIDA Fax - 0 xx (61) 318-2146
Também, ao ler as matérias, você poderá manifestar sua opinião através de comentário ou nova mensagem.
Exerça seu direito de cidadão. Não permaneça silente. Participe.
Lembre-se que a história que está acontecendo hoje em Curitiba pode repetir em sua região. A notícia veiculada em Curitiba foi enviada para outros jornais de diversas cidades do Paraná, além da Folha de São Paulo, Gazeta Mercantil, O Estado de São Paulo, Valor Econômico, e para as revistas Veja, Isto É, Imprensa, Época, Exame, Empreendedor (SC), Expressão (SC) e Amanhã (RS).
Aloísio Bittar de Rezende – CFE*
Autor: Aloísio Bittar de Rezende |
| 9 Ú L T I M A S R E S P O S T A S (mais novo) |
| Admin |
Postado - 21/08/2002 : 16:10:34 Prezado Waldecyr,
Estou enviando este comentário com o intuito de corrigir uma informação passada anteriormente. Eu escrevi que não precisa do nome de seus associados enquanto que a verdade é que o nome é necessário. O que não precisa é do telefone. As outras informações estou enviando para você via e-mail.
Um abraço,
Maurício. Autor: Maurício (Rede Pax) |
| Admin |
Postado - 21/08/2002 : 15:09:56 Prezado Waldecyr,
Conforme solicitado, estarei enviando paa seu e-mail como funciona a parceria com a seguradora, tabela de preços, limite de idade, etc... Quero adiantar, para que não haja maiores preocupações, que não é necessário enviar para seguradora nenhum endereço, nome, ou dados que possam comprometer a segurança de sua carteira.
Dependendo do número de vidas que você tenha o preço pode vir a cair a partir do momento que for acrescido junto às nossas.
Ok?
Um abraço,
Maurício. Autor: Maurício |
| Admin |
Postado - 21/08/2002 : 14:50:34 caro amigo Mauricio, gostaria que me mandasse via e-mail se for possível, tabelas de preços de seguro funeral como: valor de taxas de adesão, contribuição, limite de idade e valor de apólices enfim se possível endereço eletrônico da seguradora. Pois nos enteressa muito. Um forte abraço Waldecyr. Autor: Waldecyr |
| Admin |
Postado - 21/08/2002 : 13:14:19 Sr Waldecyr,
O produto que conseguimos junto às seguradoras é tão bom e acessível que quanto mais Empresários agregá-lo, melhores serão os custos.
Estamos a disposição para maiores esclarecimentos através do telefone (31) 3463-3899 (Sistema Rede Vida / Rede Pax).
Um abraço. Autor: Maurício (RedePax) |
| Admin |
Postado - 21/08/2002 : 13:11:25 Prezado Waldecir,
De forma alguma quis menosprezar o fórum, ou as pessoas que o frequentam. Sei que o assunto é do interesse de todos e a solução é de necessidade urgente. Nossa empresa escolheu um caminho simples e seguro. Sei que alguns dos Diretores Funerários não desejam parcerias com seguradoras, mas até que se tenha uma legislação específica a parceria é necessária para não acontecer os eventos atuais que estamos acompanhando em Curitiba. A parceria que desenvolvemos para nossa empresa é barata e legaliza o produto junto aos órgãos municipais, estaduais e federais (fato que elimina a ilegalidade da prática das vendas de Planos Funerários). Se esta não é a visão de todos, no mínimo, dá aos Diretores Funerários tempo para que se busque a solução ideal tanto procurada pelas Empresas Funerárias conforme a proposta Sr. Aloisio.
PS.: Esta é, momentaneamente, minha solução e a solução tomada pelo Sr. Evandro do Sistema Rede Vida. Juntos conseguimos um custo muito interessante que não honera ou super fatura nosso produto. Pelo contrário, em termos de atendimento fica mais barato.
Atenciosmante,
Maurício (Rede Pax) Autor: Maurício (Rede Pax) |
| Admin |
Postado - 21/08/2002 : 11:08:28 Caro Maurício, com relação ao seu aparte gostaria de saber se possível qual seria a solução adotada pela sua empresa para a regularização de planos funerarios e também porque não é assunto para o fórum, acho que mais do que nunca todos os internautas e diretores funerários estão anciosos por saber a sua solução. Nós aqui de Curitiba gostaríamos muito de montar um plano funerário sério, mais dentro da "lei" Autor: Waldecyr |
| Admin |
Postado - 21/08/2002 : 10:47:54 Prezados senhores,
vendo a polêmica em torno do assunto sobre legalização de Planos Funerários, me espanta a situação que se encontram os Diretores Funerários.
A solução adotada por nossa empresa foi muito simples, barata e incontestável. Gostaria de expor com mais propriedade, no entanto não é um assunto para o fórum, visto que se faz necessário algumas ponderações.
Coloco-me a disposição e gostaria muito de estar em contato com Diretores Funerários e com a Post Comunicações Ltda.
Contato com Maurício do Carmo Amaro (31) 3463-3899
Um abraço para todos. Autor: Maurício (Rede Pax) |
| Admin |
Postado - 20/08/2002 : 17:20:42 O maior inimigo dos diretores funerário na minha modesta opinião é não saber dividir para garantir seu patrimonio. Saiba como, entre em contato comigo. 08007013161. Evandro luiz. obs.não estou interessado em vender nada apenas ajudar,quem quiser se garantir eu informo ok? Autor: Evandro (Sistema Rede Vida) |
| Admin |
Postado - 20/08/2002 : 11:10:47 Curitiba, 20 de agosto de 2002
Prezado Aloísio,
Acessando ontem, 19, o site Funerária On Line, a seção “Fórum” no tema “Inimigos dos diretores funerários”, cita a Post Comunicação. A Post Comunicação é uma empresa de assessoria de imprensa e relações públicas, com sede em Curitiba, que iniciou seus trabalhos em fevereiro de 1987. O nome Post Comunicação não é nome fantasia, é razão social: Post Comunicação Ltda. Entre nossos clientes está a Central de Luto, para a qual no último dia 14, quarta, produzimos o release “Plano funeral é condenado no Tribunal Regional Federal”, enviado somente aos veículos de comunicação social de Curitiba. Sua explanação informa que a Post Comunicação “distribuiu notícia deturpada”. Esta informação nos preocupa e não conseguimos verificar em seu texto aonde está a informação deturpada. Gostaríamos, sendo possível, que o senhor nos informasse qual informação do release, que segue abaixo, está deturpada. Na seção “Fórum” de 22 de julho de 2002, uma das fontes de consulta para a produção do texto da Post Comunicação, o senhor orienta os diretores funerários “interessados em pautarem suas atividades sob a égide da legalidade” a verificar o “processo que teve como réu o senhor Nelson Kuminek, sócio proprietário da Organização Social de Luto Curitiba S/C Ltda”, que foi pelo “Ministério Público Federal denunciado os diretores pela prática de crime contra a ordem financeira, com base na Lei nº 7.492/86”. Estamos à sua disposição.
Jean Luiz Féder Jornalista
Plano funeral é condenado no Tribunal Regional Federal
Sentença definitiva: Luto Curitiba pratica crime contra economia popular
Em decisão de abril, que agora chegou ao Paraná, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região, com sede em Porto Alegre, manteve condenação da empresa de Nelson Kuminek, sócio proprietário da Organização Social de Luto Curitiba, por crime contra o sistema financeiro nacional. A Luto Curitiba e outras doze empresas de planos funerais foram denunciadas à Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná em 1996 onde foram instaurados inquéritos policiais. A acusação contra as empresas que fazem o “consórcio da morte” é de crime contra a ordem financeira porque agem como se fossem instituições financeiras, já que captam recursos da população para entrega de um bem no futuro. No voto o desembargador federal relator Vladimir Freitas, afirma que o réu pretendia nos embargados de declaração reabrir a discussão do mérito da causa “por via oblíqua” com o objetivo de “prequestionar a matéria para fins de interposição de recursos para os Tribunais Superiores”. O plenário do TFR da 4ª Região negou por unanimidade a tentativa da Luto Curitiba. Já em 1998, a 10 de setembro, juiz federal da 1ª Vara Criminal em Curitiba disse que a atividade da empresa Luto Curitiba “é ilícita porque depende de autorização do Ministério da Justiça” que não era comprovada nos autos, o que foi ratificado no último dia 5 de março quando a 7ª Turma do TFR da 4ª Região, num recurso da mesma empresa, escreve que a “sociedade civil destinada à prestação de serviços funerários, que capta pagamentos parcelados dos participantes comprometendo-se a arcar com as despesas em caso de morte do aderente ou de seus dependentes, deve obter autorização para a prática de suas atividades junto ao Ministério da Justiça”. Da decisão do Tribunal Federal de Recursos não cabe recurso, tornando a sentença definitiva. Jornalista responsável: Jean Luiz Féder (SJPPR nº 487) Mais informações: 232-9977 ou postpress@postcomunicacao.com.br 04/02 Curitiba, 14 de agosto de 2002
Autor: Post Comunicação |
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