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Fol - Forum
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| T Ó P I C O R E V I E W |
| Clayton |
Postado - 12/03/2009 : 16:44:30 O serviço de restauração facial vai muito além de simplesmente reparar danos faciais em cadáveres, ele reflete a capacidade do profissional no desempenho de suas funções. Os empresários funerários de forma geral preocupam-se, na maioria das vezes, com a imagem de suas empresas perante a sociedade, contratam arquitetos para construir fachadas bonitas, decoradores para desenvolver um ambiente agradável e moderno, compram carros bonitos, tudo para aparecer bem e, o defunto, que é a razão da existência do seu negócio fica em segundo plano. Alguns até “terceirizam” o serviço de “mexer” no defunto. O sucesso obtido com o dinheiro ganho na funerária coloca os diretores funerários na crista da sociedade, freqüentam clubes, viajam a turismo, os filhos estudam nos melhores colégios, etc. e o defunto, é arrumado por funcionários que adquiriram habilidades naturais no dia a dia, trabalham com equipamentos e produtos precários, fazem verdadeiros milagres e nenhum patrão vem ali ver, conferir e avaliar o seu trabalho. Se o defunto ficou bonito ou feio não interessa, se o funcionário trabalhou bem não recebe recompensa por isso, importa que o defunto ta na urna com flores, foi velado, levado pro cemitério e, o mais importante, o dinheiro entrou no caixa. Até quando isso dará certo? O verdadeiro empresário funerário treina seus funcionários para eles sejam os melhores, os mais competentes, os mais caprichosos, investe em melhores condições de trabalho, tudo para que o defunto pareça mais bonito morto do que quando vivo. O verdadeiro empresário funerário não tem medo de que o funcionário cresça mais do ele e tome o seu “lugar”, pelo contrário, quanto maior for a qualidade da mão de obra maior é seu retorno moral e financeiro. O verdadeiro empresário funerário não tem vergonha do seu ganha pão, antes, mostra a todos o amor a seu trabalho prestando serviços diferenciados. O curso de reparação facial oferecido pelos sindicatos do Paraná (SESFEPAR) e de Minas Gerais (SINDINEF) ensina, treina, capacita os agentes funerários a deixar os defuntos bonitos, bem arrumados, afinal, o defunto é o verdadeiro garoto propaganda da funerária. Pense nisso!
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| 6 Ú L T I M A S R E S P O S T A S (mais novo) |
| goiapax09 |
Postado - 20/03/2009 : 15:08:41 Caro colega Luiz,
Parabéns, legal sua história. Tenho 18 anos, sou gerente administrativo da funerária em que sou herdeiro. Assim como minha mãe, nasci e fui criado dentro da funerária, acompanhado tudo de perto, aprendendo mais a cada dia(com meu avõ) sem frescuras, ao contrário dos meus primos, que também tem minha idade, e nem se importam e ou ao menos queiram saber da onde e como sai o dinheiro que compra as roupas, tenis, perfume e celular em que usam. Gostaria de ter essa paixão, que voces caros colegas dividem. Eu tenho um certo "medo" de herder essa responsabilidade, que aqui, na minha cidade, ramo funerário é um mundo muito competitivo e estressante, muitas vezes até perigoso, sem flar que praticamente toda a renda da familia é extraida da empresa.
Abraço, Lincohn P. goiapax@gmail.com |
| gerpira |
Postado - 20/03/2009 : 14:40:44 CORRIGINDO, É INCENTIVAM E NÃO COM "S", NA CORREIRA ESCREVI ERRADO |
| gerpira |
Postado - 17/03/2009 : 11:41:43 Parabéns nobre colega Luis, casos como o seu nos fazem dar mais valor as especilizações, e nos insentivam a estudar cada vez mais!!!!
Gerson Paiva Mundial Serviço e Assistência Funerária 24 Horas |
| andressa |
Postado - 16/03/2009 : 18:55:37 a algum tempo atrás fiz um curso de auxiliar necropsia que pra muita gente pode não ter valor mais pra mim foi muito importante uma vez que sou apaixonada por essa area.Poxa desde então procuro emprego nessa area mesmo que voluntario pois apesar de não ter experiencia sei do meu potencial e da boa vontade que tenho para trabalhar e tentar ajudar as pesssoas;eu só não imaginava que seria tão dificil a maioria das pessoas que já atuam na area tratam os que estão tentando iniciar como ninguém mal escutam o que temos a falar,acham que nos ouvir é perda de tempo.mas nada me fara desistir continuo procurando na cidade de são paulo alguém que esteja disposto a me dar uma chance sei que mais dia menos dia isso ira acontecer obrigada and. |
| marcelo-ma |
Postado - 16/03/2009 : 09:22:57 Meu nome é marcelo, eu trabalho para uma empresa funeraria, de crande porte no estado. Mas nos não temos curso nenhum, como clayton escrevel. Eu gostaria muito de aprender à fazer restauração facial. Eu trabalho porque preciso, mas tenho amor pela o que eu faço. Eu costei muito do seu camenterio.
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| luisoctavi |
Postado - 13/03/2009 : 15:43:21 Olá!
Faço as palavras do Clayton minhas palavras; Sou um novo empresário funerário, tenho meus 19 anos, e a pouco mais de um mês consegui montar meu negócio, não fui influenciado pela familia por que até mesmo não tenho conhecimento de nenhum familiar vincualdo ao setor funerário. Desde meus 14 anos, frequentava a floricultura em frente a residencia de minha avó, e lá acabei conhecendo profissionais do ramo, e acabei encontrado meu verdadeiro dom. Trabalhei durante varios anos praticamente de graça ajudadando os mesmo, mais não reclamo pois foi a melhor escola que pude frequentar, andei muito pelo Brasil, conheci lugares, pessoas, empresas, costumes diferentes. Em visita a minha segunda Funexpo na edição de 2007, acabei conhecendo o saudoso, professor João Luis Roveri, diretor funerário na cidade de Araraquara, interior do estado de São Paulo, e ele me convidou a participar do Curso de Reparação Facial que ele ministra, fiquei na duvida se poderia participar pelo fato de na época ter apenas 17 anos, e ele disse que não teria problemas, juntei minhas economias e fui para o curso. Foram 2 dias de Curso, recomendo para qualquer Empresário Funerário, ou verdadeiros apaixonados como me considero. Comprei minha maleta e comecei a fazer meus "bicos" pela cidade a aceitação foi sensasional, trabalhei durante 13 meses em uma empresa particular, como aquelas citadas pelo Clayton, que se importam mais com a fachada e com os carros, já o principal do seu negócio que é o ente falecido, esse é o menos importante. Trabalhavamos com o que a gente tinha, materiais velhos, sempre faltando de tudo. Hoje após muita luta consegui montar minha empresa, em pouco mais de um mês de trabalho, com um escritorio bem montado, mais não gigantesco e explendoroso, com uma suprema 96, trabalhando sozinho estou ganhando reconhecimento pela população, pela qualidade do meu serviço prestado, em deixar o ente querido bonito, e muito bem apresentado. Hoje não existe nenhuma empresa que presta o serviço de Tanatopraxia, estou lutando e creio que em Junho esteja funcionando. Enquanto meus ex patrões ficam bringando pra ver quem tem o melhor escritorio e o melhor carro, vou ganhando meu espaço em cuidar bem da familia e do ente falecido.
Luis Octavio Consoni |
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