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| T Ó P I C O R E V I E W |
| ricardopax |
Postado - 28/11/2008 : 17:49:09 Gosto muito de ler, em uma de minhas leituras, pude ter o privilégio de ler um artigo muito interessante, do Paulo Angelim que é arquiteto, pós-graduado em Marketing, que dizia o seguinte: Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte, e precisamos morrer todo dia para que transformações aconteçam.
A morte não é nada mais do que uma passagem, uma transformação. Não existe embrião sem a morte o óvulo e de alguns espermas, não existe planta sem a morte da semente, não existe borboleta sem a morte da lagarta, tudo isso é óbvio!
A morte nada mais é do que o ponto de partida para o início de algo novo, a transformação, a evolução. A morte é a fronteira entre o passado e o futuro. Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente.
Se você quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas e passar de ano.
Quer ter um bom relacionamento, então mate dentro de você aquela pessoa insegura ou o jovem ciumento ou o solteirão solto que pensa poder fazer planos sozinho a vida inteira, sem ter que dividir espaços, projetos e tempo com mais ninguém.
Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o meu "eu" passado, interior. E, qual o risco de não agirmos desta forma? O risco está em tentarmos agir no hoje cometendo as mesmas falhas do passado, perdendo o foco no agora, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso sucesso.
Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, mas não querem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se transformando em projetos inacabados, híbridos.
Podemos até agir, muitas das vezes, como crianças, de tal forma que não matemos virtudes de nossa infância que também são necessárias ao nosso desenvolvimento como adultos, por exemplo: brincadeiras, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, dentre outras várias peripércias nas quais já passamos. Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, que não nos leva a nada, para passarmos a agir como adultos.
Quer ser alguém (Pai, Mãe, Líder, Profissional Exemplar, melhor amigo ou melhor amiga) mais evoluído e bem melhor que ontem? Então, o que você esta esperando? Faça pra si mesmo uma pergunta essencial! O que você precisa matar em si ainda hoje, para que nasça o ser que você tanto deseja ser amanhã? Pense nisso e morra! Mas, não esqueça de nascer amanhã melhor ainda que hoje!"
Ricardo Borges
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