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T Ó P I C O    R E V I E W
caramuto Postado - 23/12/2006 : 09:48:25
estoy preocupado, como director funerario de la argentina, porque los familiares de los muertos casi no quieren hacer mas velatorios y cada vez mas se velan a cajòn cerrado o van a cremacion sin velatorios.
¿què se podrìa hacer para que los familiares comprendan cuàl es la funciòn que cumplen los rituales funerarios y ellos mismo comprendan que pueden hacer algo por el alma del muerto?
14   Ú L T I M A S    R E S P O S T A S    (mais novo)
ilmo.candido Postado - 06/01/2009 : 09:59:25
Muy complicada y que desea una nueva cultura funeraria entroduzir en equipo, o un ritual en una empresa local, y ver lo que ha trabajado en algunas regiones de Brasil, y el sistema "homeopatía" Quiero decir muy lentamente, pero que va a cambiar puede tomar años, es una región en Brasil, que se hablaba de que el pueblo no le gustó la urna claro, pero de hecho el propietario de funeraria encuestas no le gustaba claro, que se vende la morgue donde el propietario fue a comprar otra boleta y la gente que supuestamente fue oscuro para aceptar sólo las encuestas que hasta la oscuridad más claro, lo hice bien tiene la siguiente opinión, ¿Quién pone la cultura es el director de funeraria funerario lugar, pero tiene que tomar precauciones en los procedimientos, algunos colegas pueden decir que no sería así, pero dejar una pregunta, la empresa cree que el funeral de los procedimientos? Por supuesto que no .... Abraços Ilmo Cándido



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E muito complicado voce querer entroduzir uma nova cultura funeral de forma obrigatoria, ou seja, um ritual numa sociedade local, o que vejo e tem funcionado em algumas regiões no Brasil, e no sistema "homeopatia" quero dizer bem devagar vai se mudando mas isso pode levar anos, tem uma região no Brasil que se falava que a população não gostava de urna clara, mas na verdade o dono da funeraria não gostava de urnas claras, quando vendeu a funeraria o outro proprietario passou a comprar urnas escuras e a população supostamente passou a aceitar somente urnas escuras ate mais que as claras, bom nisso eu passei a ter a seguinte opinião, Quem põe cultura funeral é o Diretor funerario local, mas tem que ter cautelas nos procedimentos, alguns colegas poderão dizer que não seria isso, mas lhe deixo uma pergunta, a sociedade entende de procedimentos funerarios? obvio que não.... abraços Ilmo Candido
inventesit Postado - 05/01/2009 : 23:54:13
Acesse:

Curso de Necropsia - Auxiliar de Necropsia


http://www.macrocursos.com.br/curso-de-necropsia.php

Veja todos os Detalhes do Curso.

www.macrocursos.com.br


dayane Postado - 12/04/2007 : 12:21:34
quote:
Postado por jabopax

Andressa:
Acesse "www.funerarianet.com.br", e terah todas as informações, e possivelmente conseguirah vaga nas próximas turmas para 2007.
Um Abração,
Santana




te]Postado por andressa

gostaria de saber se alguem pode me informar o telefone de alguma escola que de curso de necropsia.obrigada


[/quote]
Clayton Postado - 03/01/2007 : 16:03:02
Pensar a atividade funerária é mais complexo do que explorar o negócio. A exploração tem um retorno mais rápido, é o agora, mas o que vai garantir o futuro é uma visão concordante as necessidades da sociedade moderna. Aqui no Brasil a implantação da técnica da tanatopraxia e a disseminação dos planos funerários deram crescimento ao mercado funerário que se torna cada vez mais exigente. Um cuida da morte outro da vida.
Recentemente a ANVISA, órgão governamental de vigilância sanitária editou uma norma visando à proteção do meio ambiente por causa do perigo de contaminação do lençol freático pelo necrochorume, essa norma em princípio, é por causa do necrochorume, mas fala na constituição das urnas que poderão ser feitas de materiais biodegradáveis, não recomenda o emprego de plásticos, tintas, vernizes, metais pesados ou qualquer outro material nocivo ao meio ambiente.
No momento, a ANVISA não recomenda. Se ninguém fizer nada em relação à proteção do meio ambiente, amanhã ela pode até proibir. Se isso acontecer todas as urnas serão constituídas de materiais biodegradáveis (papelão) e o custo de um funeral será extremamente baixo anulando a eficácia do plano funerário que existe em função do serviço funerário ser algo complexo, dispendioso, trabalhoso, etc.
Esse pode ser o exemplo de pensar o serviço ao invés de somente explorar. Pense nisso!
Quando se sabe lidar com a morte (resolver os problemas decorrentes) que é um inimigo ainda não derrotado, imagine o que é possível fazer com a vida!
caramuto Postado - 03/01/2007 : 10:25:51
gracias por las respuestas que me hacen pensar y meditar más sobre "en qué negocio estamos". Creo en la profesionalización de esta actividad pero también en la ampliación de la actividad, incluyendo a la persona cuando está viva y los familiares que quedan vivos.
andressa Postado - 01/01/2007 : 17:57:07
desculpe-me Clayton sem quere acabei postando seu texto.Aproveitando obrigada pela explicação dada sobre necrópsia;na verdade faço um curso de auxiliar de necrópsia pedi novos telefones pois gostaria de manter contato com outras escolas.Obrigada pela atenção dispensada, um abraço.Andressa
andressa Postado - 01/01/2007 : 17:49:17
quote:
Postado por Clayton

Nós aprendemos com aquilo que vemos, com aquilo que cheiramos, pegamos, ouvimos, experimentamos e até com aquilo que não sabemos explicar, porque muitas coisas nos vêm de onde não sabemos. Concordo que devemos aprender e muito sobre a morte, até porque, vivemos dela.
Defendo a tanatopraxia como parte e recurso essencial ao aprendizado e aceitação da morte e nessa teoria o preparo de corpo não se dá só em alguns casos e sim em todos porque a aparência é aquilo que vemos e que influencia o que sentimos.
A aparência feia da morte induz a sofrimento, abandono, a falta de cuidado; Diante do corpo a maioria das pessoas refletem e concluem que poderiam fazer algo mais... A decomposição do corpo não combina com a idéia de uma outra vida melhor que essa que vivemos, por isso o instinto da preservação, pode ver isso nos estudos arqueológicos. Na história da humanidade, os Incas, Maias e Egípsios preparavam seus mortos, enfeitavam, perfumavam e guardavam tão bem quanto uma jóia preciosa para que o efeito da morte não parecesse algo definitivo, isso dava a esperança de uma nova oportunidade de vida. Na atualidade temos notícias de pessoas que morreram e foram congeladas na esperança de voltar a viver, esperança tão grande que parte de seus patrimônios estão sendo administrados para voltarem em boas condições financeiras. Os faraós no antigo Egito já faziam isso, eram sepultados em piramides junto com seus tesouros e empregados.
Diretores funerários, independentemente das condições financeiras de seus clientes, prestem um serviço de boa qualidade, mostrem com ações que o corpo é uma jóia rara, de muito valor. Se a família não puder pagar, mesmo assim, prepare o corpo, arrume direitinho, solicite uma roupa limpa, corte as unhas, penteie os cabelos, enfeite com flores se for possível. Um defunto bonito, limpo, cheiroso ajudará amenisar os traumas da morte e, junto com o atendimento de um funcionário bem treinado, temos certeza que o costume dos ritos e pompas funerárias não morrerá, porque se esse defunto chegar em nossa funerária ele nos enterrará!


Clayton Postado - 31/12/2006 : 14:41:46
Oi Andressa, a necropsia é serviço médico e tem objetivo de esclarecer a causa morte, é feita no SVO- Serviço de Verificação de òbito nas causas naturais e pelo IML- Instituto Médico Legal nas causas violentas. Para exercer essa atividade voce deve participar de um concurso público especificamente para auxiliar de necropsia, existe um jornal só para divulgar concursos.
Se voce tem interesse de trabalhar em uma funerária onde o agente funerário tem a função, dentre outras, de preparar o corpo (tanatopraxia)então voce pode, por indicação de uma funerária, fazer o curso de tanatopraxia.
Os cursos de tanatopraxia que conheço são ministrados pelo SINDINEF- Sindicato das Funerárias do Estado de Minas Gerais, em Belo Horizonte, acesse www.sindinef.com.br. Em Curitiba através do SESFEPAR- Sindicato das Funerárias do Paraná, acesse www.sesfepar.com.br ou protanato@hotmail.com e em Botucatu- SP pelo CTAF- Centro Tec. de Adm. Funeriaria, acesse www.ctaf.com.br.
Espero ter ajudado. Grande abraço.
jabopax Postado - 31/12/2006 : 12:30:20
Andressa:
Acesse "www.funerarianet.com.br", e terah todas as informações, e possivelmente conseguirah vaga nas próximas turmas para 2007.
Um Abração,
Santana




te]Postado por andressa

gostaria de saber se alguem pode me informar o telefone de alguma escola que de curso de necropsia.obrigada
[/quote]
andressa Postado - 30/12/2006 : 22:17:14
gostaria de saber se alguem pode me informar o telefone de alguma escola que de curso de necropsia.obrigada
Clayton Postado - 30/12/2006 : 21:32:53
Nós aprendemos com aquilo que vemos, com aquilo que cheiramos, pegamos, ouvimos, experimentamos e até com aquilo que não sabemos explicar, porque muitas coisas nos vêm de onde não sabemos. Concordo que devemos aprender e muito sobre a morte, até porque, vivemos dela.
Defendo a tanatopraxia como parte e recurso essencial ao aprendizado e aceitação da morte e nessa teoria o preparo de corpo não se dá só em alguns casos e sim em todos porque a aparência é aquilo que vemos e que influencia o que sentimos.
A aparência feia da morte induz a sofrimento, abandono, a falta de cuidado; Diante do corpo a maioria das pessoas refletem e concluem que poderiam fazer algo mais... A decomposição do corpo não combina com a idéia de uma outra vida melhor que essa que vivemos, por isso o instinto da preservação, pode ver isso nos estudos arqueológicos. Na história da humanidade, os Incas, Maias e Egípsios preparavam seus mortos, enfeitavam, perfumavam e guardavam tão bem quanto uma jóia preciosa para que o efeito da morte não parecesse algo definitivo, isso dava a esperança de uma nova oportunidade de vida. Na atualidade temos notícias de pessoas que morreram e foram congeladas na esperança de voltar a viver, esperança tão grande que parte de seus patrimônios estão sendo administrados para voltarem em boas condições financeiras. Os faraós no antigo Egito já faziam isso, eram sepultados em piramides junto com seus tesouros e empregados.
Diretores funerários, independentemente das condições financeiras de seus clientes, prestem um serviço de boa qualidade, mostrem com ações que o corpo é uma jóia rara, de muito valor. Se a família não puder pagar, mesmo assim, prepare o corpo, arrume direitinho, solicite uma roupa limpa, corte as unhas, penteie os cabelos, enfeite com flores se for possível. Um defunto bonito, limpo, cheiroso ajudará amenisar os traumas da morte e, junto com o atendimento de um funcionário bem treinado, temos certeza que o costume dos ritos e pompas funerárias não morrerá, porque se esse defunto chegar em nossa funerária ele nos enterrará!
caramuto Postado - 29/12/2006 : 09:19:20
Estoy de acuerdo con ambos, Maieutica y Clayton, aunque un poco más con el primero: debemos educar para la muerte. Primero, para asumir la nuestra propia. Cómo vamos a atender a nuestros clientes si le tememos a la muerte o la vemos como una amenaza para nosotros mismos?
En cuanto a la tanatopraxia, es una herramienta material que nuestra empresa en Rosario, Argentina, tambien utiliza. Pero sólo es de las cosas que "se ven". Debemos como directores funerarios avanzar un poco más y ubicarnos en esa cadena tanatològica que comienza cuando se detecta una enfermedad terminal y no termina cuando se muere la persona. Nosotros debemos ubicarnos entre la ciencia (psicologia) y las religiones.
maieutica Postado - 27/12/2006 : 21:27:00
Considero a preocupação do colega argentino procedente, mas penso que a questão pode não estar focada só na tanatopraxia, mas em causas que vão muito além da imagem do morto. Nossa sociedade, depois de muitas conquistas e avanços tecnológicos, especialmente na área da medicina, tem repudiado a morte e fugido dela.
Velar um corpo é mais do que prestar solidariedade a família,é se deparar com a própria condição de mortal. Quantos de nós já vivenciou esta situação e pensou na própria morte?
Em nosso trabalho com familias enlutadas, temos observado que alguns parentes fogem dos rituais por temerem se aproximar da morte, por temerem sofrer, chorar, ter saudade.
Valorizamos os avanços sociais, mas lamentamos muito a onipotência do homem, que por ver que ainda não dominou totalmente a morte, tem a covarde atitude de fugir dela e com isso perde a oportunidade de se despedir dos entes queridos, de prestar-lhes homenagem e se aproximar da condição humana.
É necessário uma educação para a morte!
Clayton Postado - 25/12/2006 : 19:11:29
O serviço funerário aqui no Brasil passou por uma grande transformação e nesse processo a técnica da tanatopraxia teve papel relevante. Ainda, alguns donos de funerárias pensam que a tanatopraxia é um preparo de corpo somente necessário às viagens ou quando precisa postergar o velório por mais tempo por motivos diversos. Em recente comentário Maiêutica falou sobre a importância da tanatopraxia em “alguns casos”.
A técnica da tanatopraxia é tão indispensável ao serviço funerário quanto à urna.
Pense bem, de que adianta recolher os familiares numa sala confortável, disponibilizar um funcionário altamente capacitado, oferecer todo o atendimento, opções de pagamentos, serviço de café, vender a melhor urna, as flores mais lindas na ornamentação, prestar homenagens com coroas de flores, revoadas de pombos, chuvas de pétalas de rosas, fazer o cortejo com limusine, etc... Se durante o velório o corpo inchar, exalar mau cheiro e vazar sangue e fluidos corpóreos pelo nariz e boca?
Quando isso acontece, e não são raras às vezes, tudo o que a família gastou com pompas e rituais não alcançou o objetivo que era fazer o melhor pelo ente querido. A sensação é de incapacidade, tudo foi em vão. Isso vai se repetindo por anos, décadas, até que alguém diz: Morreu, vai pra debaixo da terra mesmo, vai ser cremado,enfim... não adianta fazer mais nada!
Talvez seja isso que esteja acontecendo com os serviços funerários argentinos.

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