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Fol - Forum
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| T Ó P I C O R E V I E W |
| FUNERARIAGONZAGA |
Postado - 03/02/2006 : 10:59:58 Preciso saber se houve alguma regulamentação quanto aos planos funerários. Ouví comentários que grandes empresas, especificamente de S. Paulo, estariam comercializando tais produtos, porém sem os chamados convênios médicos. Os mesmos estariam sendo agora proibidos. Se alguém tem algum conhecimento detalhado a respeito, favor se pronunciar, me tirando assim essa dúvida.
Grato,
Eres Gonzaga |
| 8 Ú L T I M A S R E S P O S T A S (mais novo) |
| garcia |
Postado - 07/03/2011 : 15:51:49 Alguém pode responder como é feita a regularização de um plano funerário? Posso formular um modelo como eu achar melhor, ou seja, valores, regras e serviços agregados? O micro seguro vai mesmo acabar com os planos? Uma vez com o plano instituido, como será ele tributado? Pelo simples também? Alguém pode me responder? |
| eliete |
Postado - 07/03/2011 : 10:07:29 Nao ha necessidade de planos funerarios,porque como qualquer produto pode ser feito a prazo, porque nao nessa hora de tanto sofrimento para os familiares do ente querido. Como tambem os produtos de uma funeraria e de acordo com as possibiliades de cada pessoa em relacao as condicoes finanaceiras.
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| eliete |
Postado - 07/03/2011 : 10:06:06 Nao ha necessidade de planos funerarios,porque como qualquer produto pode ser feito a prazo, porque nao nessa hora de tanto sofrimento para os familiares do ente querido. Como tambem os produtos de uma funeraria e de acordo com as possibiliades de cada pessoa em relacao as condicoes finanaceiras.
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| jabopax |
Postado - 05/05/2007 : 00:32:26 Tudo neste Brasil, de iniciativa particular, que funciona com efetividade, tem o Governo que dar pitaco e proibir ou atazanar... Cadé os mirabolantes planos oficiais que decolaram e deram certo??? 0nde estão os 36 Bilhões anuais da CPMF (Contribuição Para Mais Fuder)??? Eh como dizia a Madre Superiora: É foda,bicho!. |
| FUNERARIAGONZAGA |
Postado - 04/05/2007 : 20:13:00 Agradeço ao colega Marco Aurélio pela atenção ao tópico por mim levantado. Lamentavelmente as faucatruas fazem parte de nossa cultura... Porém, profundamente o que mais lamento, é que nosso setor funerário agrega muitos corruptos. Meu respeito e admiração aos colegas que defendem a ética e o profissionalismo.
Abraço,
Eres Gonzaga |
| FUNERARIAGONZAGA |
Postado - 04/05/2007 : 20:10:24 Mesmo atrasado, agradeço ao colega "Passarin" pela colocação em tela. Já tinha conhecimento dessa entrevista da Dra. Patrícia Monteiro Ramos, que é muito proveitosa, porém, minha referência se baseia na possibilidade "prática" na atual data.
Eres Gonzaga |
| passarin |
Postado - 18/01/2007 : 17:53:11 Segue abaixo entrevista na integra que retirei do site do sindicato de minas que pode esclarecer alguns pontos e também deixo os meus parabéns para toda a equipe do sindicato pois sempre estão abordando assuntos de interesse de todos
"entrevista do mês é com a assessora jurídica: Dra. Patrícia Monteiro Ramos, formada pela PUC-MINAs, especializada em direito funerário, analisa o setor de planos com o crivo jurídico, visando dar ao empresário um panorama do mercado atual, marcado pela globalização e a forte concorrência.
1) Como está a realidade das empresas de planos funerários no mercado atual? R: As empresas que trabalham com o plano funerário estão atingindo cada vez mais uma parcela importante dentro do mercado, haja vista, as dificuldades de grande parte da população brasileira passa no momento da morte do seu entre querido. Não apenas no ponto vista financeiro, mas também, do conforto de estar amparado nesse momento tão doloroso. A grande vantagem do plano é que seus associados não precisam passar pelo desconforto da abordagem dos chamados "papa defuntos". Os associados já entram em contato direto com a empresa do plano funerário, que de imediato toma todas as providências necessárias, algumas empresas até resolvem os problemas com cartórios e taxas de cemitério, o que ameniza muito o desgaste emocional dos familiares.
2) Quais são os maiores problemas enfrentados pelos empresários do setor? R: A prática tem demonstrado que todos os empresários enfrentam os mesmos tipos de problemas. Um deles é a concorrência, cada vez mais estão surgindo planos funerários de todas as espécies, e com uma gama de benefícios que atraem o cliente mais exigente. Outro grande problema para muitos é a falta de regulamentação dos planos funerários, regulamentação essa, que deve ser vista com toda a cautela pelos operadores de plano, pois não podemos esquecer que a criação de uma Lei Específica irá gerar não apenas direitos, mas também, deveres que poderão ser impossíveis de cumprir pelos atuais operadores de plano funerário, que na sua grande maioria são diretores funerários. Um exemplo clássico é se o legislativo entender que o plano funerário é um tipo de seguro e como tal, somente as seguradoras poderão vender esse produto.
3) Os diretores funerários estão preocupados com as mudanças de um mercado cada vez mais competitivo como o dos planos funerários? R: Estão e vem buscando cada vez mais novidades que diferencie o seu plano dos demais. Através de convênios com médicos, dentistas, laboratórios, farmácias e vários outros setores.
4) Quanto às questões jurídicas o setor está preparado para atender a legislação vigente? R: Eu entendo que não. Pois, não há muita divulgação e até mesmo debates promovidos pelas entidades e pelos próprios empresários do setor sobre os problemas jurídicos que norteiam os planos funerários. As dificuldades são resolvidas isoladamente, o que tem provocado uma multiplicidade de decisões monocráticas. Muitas empresas ainda recolhem impostos indevidos, por falta de informação. E ainda, estão trabalhando com contratos inadequados que não respeitam as Leis Vigentes, que hoje, são o CODECON (CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR) E O NOVO CÓDIGO CIVIL.
5) Foi tramitado no congresso uma CPI sobre o plano funerários qual foi o resultado obtido? R: Como toda CPI no Brasil, essa não teve um final diferente, ou seja, terminou em pizza. Ficou comprovado que os planos funerários que comercializam cartões de desconto não podem ser tidos como planos de saúde ou operadoras de saúde pela natureza de seus contratos. 6) Quanto a ANS qual é a posição do órgão em relação aos planos? R: A ANS já se posicionou pela não mais intervenção nos chamados cartões de descontos que oferecem atendimento médico e hospitalar e ambulatorial. Por meio da RS nº 40, publicada no D.O.U em 10/06/2003, a ANS proibiu todas as operadoras de plano de saúde a oferecerem a seus clientes descontos ou preços especiais, ou seja, essas empresas estão proibidas de comercializar esse tipo de produto, cabendo às demais autoridades fiscalizar as empresas que comercializam serviços médicos através de descontos ou condições especiais.
7)O cartão de desconto é legal? R:O chamado cartão de desconto na verdade é um clube de vantagens oferecido não apenas pelos planos funerários, mas também, em diversos outros setores, é a associação para o fornecimento de um produto a menor preço, ou seja, mais atrativo aos clientes. De forma que, ao invés de procurar um outro profissional ou empresa o associado ao plano procura os conveniados. O que a lei não proíbe, não pode ser ilegal, segundo o princípio da anterioridade legal. Portanto, se a Lei não veda a comercialização do cartão de desconto não há que se falar em ilegalidade.
8) A utilização de uma seguradora para a implantação de um plano funerário é recomendada? Quais são os risco advindos disso? R: Muitas empresas vêm celebrando parcerias com seguradoras através do sistema de Apólice de Vida em Grupo. As vantagens é a segurança jurídica do negócio, pois, está amparado na Lei de Seguros. No entanto, as seguradoras estão cada vez mais entrando nesse mercado, podendo no futuro vir a monopolizá-lo. Se isso acontecer os empresários, que na maioria são donos de funerárias, não terão condições de competir com as seguradoras e irão perder com toda certeza esta parcela do mercado."
Contato Dra. Patrícia Monteiro Ramos:
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| m.aurelio |
Postado - 16/01/2007 : 15:37:11 "Caro Sr da Funerária Gonzaga"
Ainda não saiu nenhuma forma de regulamentação ou dispositivos para tal , O que as empresas afirmam ser uma regulamentação , foi que algum tempo atrás , empresas de diversas partes do país se reuniram e foram até Brasilia em busca de uma solução , mas foi em vão , o que eles apenas conseguiram foi um protocolo , e , apenas isto . E se tratando de convênios com médicos , dentistas , farmácias e outros , mas em específico com a área da saúde , a ANS , Não permite a comercialização de planos de qualquer genero que atribui estes serviços , mas como nossas leis muitas veses não são cumpridas algumas empresas ainda tem estes serviços como forma agragada , para aumentar suas vendas . OBS: me enterecei pela sua pergunta pois , sempre procuro algo que venha comentar ,o nosso processo de legalização , insisto em falar que precisamos nos unir para cobrar do governo uma solução .
Agradeço pela atenção! Marco Aurélio |
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